O frio chegou

Alterando a rotina do seu animalzinho

 

A época fria do ano chegou, alterando a rotina dos bichos de estimação e de seus donos. Como os seres humanos, os animais sofrem com as baixas temperaturas e com uma doença típica da estação: gripe.
No mundo canino, ela é chamada de traqueobronquite infecciosa canina, ou tosse dos canis. É a doença de maior incidência nesta época do ano. Para gatos, o nome do perigo é rinotraqueíte. A transmissão se dá por via respiratória, sempre entre seres da mesma espécie. O tratamento é simples, estruturado em analgésicos e anti-inflamatórios.
Atenção aos sintomas. Se o animal apresentar tosse seca, como se fosse engasgar, nariz escorrendo, infecção ocular, falta de apetite e está quieto demais, provavelmente ele está gripado.
Gripe hoje não causa maiores preocupações. Existem vacinas que protegem os bichos por um ano. A primeira imunização exige uma segunda aplicação, que é feita 21 dias depois da primeira dose.
Já levar os pets para passear no inverno pode ser um drama. Ventos frios, chuva e poças d’água são fatores que fazem qualquer um repensar um passeio. O uso de roupinhas é recomendado. O ideal é passear em lugares onde o contato com outros animais é zero e nos horários mais quentes do dia.
Os pelos são a proteção natural dos animais e contribuem para que os bichos sintam menos os efeitos do frio. 
Para os animais, a tosa é uma questão de saúde. Mesmo com as temperaturas baixas, deve ser feita como em qualquer outra estação do ano. Há quem pense que colocar uma roupa resolve o problema depois de um corte rente ao corpo. Deixar a veste por semanas resulta em embaraços, focos de bactérias.
Tal conduta pode gerar infecções. As roupinhas são aconselháveis, mas, antes de dormir, as peças devem ser retiradas e o pelo do animal, escovado, para evitar que fique embaraçado.
No inverno aumenta a opção pela tosa higiênica, que é a mais indicada. Além de acertar os pelos, ela garante a higienização de patas (unhas), ouvidos e genitais. Outra opção é o corte com tesoura para quem aposta no visual típico das raças.
Banho, sim ou não?
A frequência de banhos até aumenta no inverno. O segredo é não deixar os pets molhados para evitar fungos. Cuidado na hora de secar. Os secadores para cabelos podem queimar a pele dos bichos. Nos pet shops, há equipamentos com jatos de ar quente e com pressão para retirar toda a água. Há a opção do banho seco, com sprays e lenços umedecidos em filhotes, porque ainda não completaram o ciclo vacinal.

A época fria do ano chegou, alterando a rotina dos bichos de estimação e de seus donos. Como os seres humanos, os animais sofrem com as baixas temperaturas e com uma doença típica da estação: gripe.No mundo canino, ela é chamada de traqueobronquite infecciosa canina, ou tosse dos canis. É a doença de maior incidência nesta época do ano. Para gatos, o nome do perigo é rinotraqueíte. A transmissão se dá por via respiratória, sempre entre seres da mesma espécie. O tratamento é simples, estruturado em analgésicos e anti-inflamatórios.Atenção aos sintomas. Se o animal apresentar tosse seca, como se fosse engasgar, nariz escorrendo, infecção ocular, falta de apetite e está quieto demais, provavelmente ele está gripado.Gripe hoje não causa maiores preocupações. Existem vacinas que protegem os bichos por um ano. A primeira imunização exige uma segunda aplicação, que é feita 21 dias depois da primeira dose.Já levar os pets para passear no inverno pode ser um drama. Ventos frios, chuva e poças d’água são fatores que fazem qualquer um repensar um passeio. O uso de roupinhas é recomendado. O ideal é passear em lugares onde o contato com outros animais é zero e nos horários mais quentes do dia.Os pelos são a proteção natural dos animais e contribuem para que os bichos sintam menos os efeitos do frio. Para os animais, a tosa é uma questão de saúde. Mesmo com as temperaturas baixas, deve ser feita como em qualquer outra estação do ano. Há quem pense que colocar uma roupa resolve o problema depois de um corte rente ao corpo. Deixar a veste por semanas resulta em embaraços, focos de bactérias.Tal conduta pode gerar infecções. As roupinhas são aconselháveis, mas, antes de dormir, as peças devem ser retiradas e o pelo do animal, escovado, para evitar que fique embaraçado.No inverno aumenta a opção pela tosa higiênica, que é a mais indicada. Além de acertar os pelos, ela garante a higienização de patas (unhas), ouvidos e genitais. Outra opção é o corte com tesoura para quem aposta no visual típico das raças.Banho, sim ou não?A frequência de banhos até aumenta no inverno. O segredo é não deixar os pets molhados para evitar fungos. Cuidado na hora de secar. Os secadores para cabelos podem queimar a pele dos bichos. Nos pet shops, há equipamentos com jatos de ar quente e com pressão para retirar toda a água. Há a opção do banho seco, com sprays e lenços umedecidos em filhotes, porque ainda não completaram o ciclo vacinal.

 

fonte: folha.uol.com.br




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