Universo da Bola com Enivaldo Eiras

Universo da Bola Curtindo a vida adoidado

 

Emerson Sheik nunca foi e nem vai ser um craque, aquele jogador de técnica e talento acima da média. Sheik é somente um bom jogador, mas com uma sorte e determinação nos jogos decisivos impressionante. Vi uma entrevista dele em que fiquei impressionado com suas palavras. Disse que quando está dentro de campo honra a camisa, marca, corre, provoca, faz tudo que é possível fazer para ganhar o jogo, e se ele não fizer vem outro e faz no seu lugar. Realmente é verdade, e futebol é momento, momento que passa rápido, e tem data e hora para acabar. Mas se decide dentro de campo, fora dele se assemelha muito com grandes craques conhecidos e problemáticos, esses verdadeiramente ídolos como Edmundo, Romário, etc. Mas tem um que se assemelha muito com o Sheik. É o irreverente Serginho Chulapa. Inclusive que já desfilou sua “canelisse” conhecida no nosso Estádio Monte Castelo, e até marcou um gol, antes de ir para um bar perto do estádio. Serginho quando jogava ficou de fora da Copa de 78, no auge da carreira, por ter dado uma cabeçada no bandeirinha em um jogo do São Paulo. Mas era conhecido também pelos seus “migués” dentro de campo. Lembro que quando jogava o Brasileirão pelo Santos, em 83, era o artilheiro, e forçou um cartão amarelo na quarta só para não viajar no final de semana para jogar contra o inexpressivo Nacional do Amazonas em Manaus. Achava que a viagem era muito longa. No caso do Sheik, é ainda mais profundo. E talvez passe despercebido pelos olhos apaixonados e felizes dos corinthianos, ainda maravilhados com o inédito título da Libertadores conquistados com 2 gols do ídolo Emerson Sheik. Sua expulsão contra o Atlético Mineiro deixa claro isto. Totalmente desnecessário xingar o juiz daquela maneira, Sheik sabia que ia ser punido fortemente, e depois já saindo do gramado chutou a bola pra dentro do campo para “agravar” ainda mais sua pena. Para um jogador tão experiente quanto Sheik, foi uma atitude e um destemperamento totalmente orquestrado, para que ele pudesse fazer o que está fazendo agora. De folga no Brasileirão, onde o Timão aspira somente não cair, o que é totalmente improvável. Com a vaga na Libertadores garantida para o ano que vem, porque Emerson deveria estar se matando em campo como fazem os outros atletas? Ele, que já tem vaga garantida como titular no Mundial do Japão, está mesmo a fim de fazer o que sempre fez na vida. Baladas, festas, sem preocupação no momento com o time. Isso não é de hoje pra quem acompanha a carreira deste vencedor atleta, que se chama Márcio e não Emerson. E com o objetivo alcançado com os seis jogos de suspensão, a certeza de que está no coração de cada corinthiano e, mais ainda, a certeza que não vai perder a titularidade no Mundial, com o risco até de ser decisivo, diga-se de passagem, segue o Emerson Sheik. De balada em balada, ora fazendo declarações ao VJ da MTV, ora espetando os palmeirenses no Twitter com o “que dó da formiguinha”, tudo para agradar os corinthianos, que estão felizes da vida com o “flamenguista” Sheik. E assim caminha Emerson Sheik, de fazer inveja até para o emblemático Serginho Chulapa, dando uma aula aos paulistas, do que é ser um malandro carioca e curtindo a vida adoidado, Sempre!!!
PARA MEDITAR: Nunca desista dos seus sonhos. Deus nunca desistiu deles!!!
ABRAÇOS, ENIVALDO EIRAS.

Curtindo a vida adoidado!

 

Emerson Sheik nunca foi e nem vai ser um craque, aquele jogador de técnica e talento acima da média. Sheik é somente um bom jogador, mas com uma sorte e determinação nos jogos decisivos impressionante. Vi uma entrevista dele em que fiquei impressionado com suas palavras. Disse que quando está dentro de campo honra a camisa, marca, corre, provoca, faz tudo que é possível fazer para ganhar o jogo, e se ele não fizer vem outro e faz no seu lugar. Realmente é verdade, e futebol é momento, momento que passa rápido, e tem data e hora para acabar. Mas se decide dentro de campo, fora dele se assemelha muito com grandes craques conhecidos e problemáticos, esses verdadeiramente ídolos como Edmundo, Romário, etc. Mas tem um que se assemelha muito com o Sheik. É o irreverente Serginho Chulapa. Inclusive que já desfilou sua “canelisse” conhecida no nosso Estádio Monte Castelo, e até marcou um gol, antes de ir para um bar perto do estádio. Serginho quando jogava ficou de fora da Copa de 78, no auge da carreira, por ter dado uma cabeçada no bandeirinha em um jogo do São Paulo. Mas era conhecido também pelos seus “migués” dentro de campo. Lembro que quando jogava o Brasileirão pelo Santos, em 83, era o artilheiro, e forçou um cartão amarelo na quarta só para não viajar no final de semana para jogar contra o inexpressivo Nacional do Amazonas em Manaus. Achava que a viagem era muito longa. No caso do Sheik, é ainda mais profundo. E talvez passe despercebido pelos olhos apaixonados e felizes dos corinthianos, ainda maravilhados com o inédito título da Libertadores conquistados com 2 gols do ídolo Emerson Sheik. Sua expulsão contra o Atlético Mineiro deixa claro isto. Totalmente desnecessário xingar o juiz daquela maneira, Sheik sabia que ia ser punido fortemente, e depois já saindo do gramado chutou a bola pra dentro do campo para “agravar” ainda mais sua pena. Para um jogador tão experiente quanto Sheik, foi uma atitude e um destemperamento totalmente orquestrado, para que ele pudesse fazer o que está fazendo agora. De folga no Brasileirão, onde o Timão aspira somente não cair, o que é totalmente improvável. Com a vaga na Libertadores garantida para o ano que vem, porque Emerson deveria estar se matando em campo como fazem os outros atletas? Ele, que já tem vaga garantida como titular no Mundial do Japão, está mesmo a fim de fazer o que sempre fez na vida. Baladas, festas, sem preocupação no momento com o time. Isso não é de hoje pra quem acompanha a carreira deste vencedor atleta, que se chama Márcio e não Emerson. E com o objetivo alcançado com os seis jogos de suspensão, a certeza de que está no coração de cada corinthiano e, mais ainda, a certeza que não vai perder a titularidade no Mundial, com o risco até de ser decisivo, diga-se de passagem, segue o Emerson Sheik. De balada em balada, ora fazendo declarações ao VJ da MTV, ora espetando os palmeirenses no Twitter com o “que dó da formiguinha”, tudo para agradar os corinthianos, que estão felizes da vida com o “flamenguista” Sheik. E assim caminha Emerson Sheik, de fazer inveja até para o emblemático Serginho Chulapa, dando uma aula aos paulistas, do que é ser um malandro carioca e curtindo a vida adoidado, Sempre!!!


PARA MEDITAR: Nunca desista dos seus sonhos. Deus nunca desistiu deles!!!

ABRAÇOS, ENIVALDO EIRAS.




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