Bento XVI renuncia após 2.872 dias no comando da Igreja Católica

Pela 3ª vez na história um pontíficie renuncia

 

Além de, o papa Bento XVI, mais três pontífices renunciaram ao cargo: Gregório XII, em 1415; Celestino V, em 1294; e Ponciano, em 235.
Em 1415, o papa Gregório XII abdicou do cargo, depois de cinco anos no poder, durante o Cisma do Ocidente, conflitos entre Roma e Pisa, na Itália, e Avignon, na França, sobre a sucessão e o local de residência dos papas – solucionado depois da renúncia, em 1418, com o Concílio de Constança. À época, havia uma disputa entre três autoridades da Igreja que se auto-intitulavam papas. Gregório XII foi um dos papas eleitos em idade mais avançada, com 90 anos.
Outro papa que também renunciou foi Celestino V, em 1294, apenas quatro meses depois de empossado na Basílica de Santa Maria de Collemaggio, na cidade de L’Áquila, na região central da Itália. Por razões políticas e econômicas, Celestino renunciou ao pontificado em favor de Bonifácio VIII. 
No ano de 235, Ponciano foi exilado por um imperador romano e, para que os fiéis não ficassem sem um líder, renunciou ao papado. Foi sucedido por Antero.
De acordo com o Código de Direito Canônico, o papa pode renunciar ao cargo desde que a renúncia seja feita livre e manifestadamente. O ato não precisa ser reconhecido por nenhum tipo de entidade.
A decisão do Papa abre um precedente na história da Igreja católica moderna e ao mesmo tempo obriga seu sucessor a encarar os desafios que a instituição milenar exige para gerar um impulso modernizador e pesar no mundo globalizado, como representante de 1,2 bilhão de católicos.
Antes de ir embora, Bento XVI pronunciou vários discursos nos quais pediu uma “verdadeira renovação da Igreja”, o que foi interpretado como seu “testamento” espiritual e político ao convocar seus membros a superar hipocrisias e rivalidades, ações que marcaram seus difíceis oito anos de pontificado.
Por isso, muitos observadores se perguntam sobre a convivência com o novo Papa e inclusive se debate sobre como deverá ser chamado,   chegou ao concenso de intitular “Papa Emérito” e se receberá aposentadoria quando se instalar, em dois meses, no convento dos jardins do Vaticano que está sendo reformado.

Além de, o papa Bento XVI, mais três pontífices renunciaram ao cargo: Gregório XII, em 1415; Celestino V, em 1294; e Ponciano, em 235.Em 1415, o papa Gregório XII abdicou do cargo, depois de cinco anos no poder, durante o Cisma do Ocidente, conflitos entre Roma e Pisa, na Itália, e Avignon, na França, sobre a sucessão e o local de residência dos papas – solucionado depois da renúncia, em 1418, com o Concílio de Constança. À época, havia uma disputa entre três autoridades da Igreja que se auto-intitulavam papas. Gregório XII foi um dos papas eleitos em idade mais avançada, com 90 anos.Outro papa que também renunciou foi Celestino V, em 1294, apenas quatro meses depois de empossado na Basílica de Santa Maria de Collemaggio, na cidade de L’Áquila, na região central da Itália. Por razões políticas e econômicas, Celestino renunciou ao pontificado em favor de Bonifácio VIII. No ano de 235, Ponciano foi exilado por um imperador romano e, para que os fiéis não ficassem sem um líder, renunciou ao papado. Foi sucedido por Antero.De acordo com o Código de Direito Canônico, o papa pode renunciar ao cargo desde que a renúncia seja feita livre e manifestadamente. O ato não precisa ser reconhecido por nenhum tipo de entidade.A decisão do Papa abre um precedente na história da Igreja católica moderna e ao mesmo tempo obriga seu sucessor a encarar os desafios que a instituição milenar exige para gerar um impulso modernizador e pesar no mundo globalizado, como representante de 1,2 bilhão de católicos.Antes de ir embora, Bento XVI pronunciou vários discursos nos quais pediu uma “verdadeira renovação da Igreja”, o que foi interpretado como seu “testamento” espiritual e político ao convocar seus membros a superar hipocrisias e rivalidades, ações que marcaram seus difíceis oito anos de pontificado.Por isso, muitos observadores se perguntam sobre a convivência com o novo Papa e inclusive se debate sobre como deverá ser chamado,   chegou ao concenso de intitular “Papa Emérito” e se receberá aposentadoria quando se instalar, em dois meses, no convento dos jardins do Vaticano que está sendo reformado.






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