Saúde e Beleza

Escleroterapia, Oftalmologista e muito mais...

Suas pernas como você nunca viu antes.


 

A escleroterapia ou “vasinho”, é uma técnica destinada às microvarizes e telangiectasias – pequenas dilatações venosas, simples ou agrupadas e de tratamento não cirúrgico. Através da injeção de substâncias químicas, ocorre inflamação nos trajetos dessas veias de pequeno calibre, com posterior fibrose – endurecimento – e obstrução ao fluxo sanguíneo. 
É realizada ambulatorialmente, no próprio consultório médico, sem a necessidade de anestesia. Orienta-se que no primeiro dia após as sessões, seja feito repouso com as pernas elevadas. Já no dia seguinte, a pessoa está liberada para as atividades habituais. Pode haver desconforto mínimo, quando da injeção do líquido esclerosante, do tipo ardência ou queimação, e que é fugaz. 
Na presença de varizes nos membros inferiores de indicação cirúrgica, é bom senso realizar primeiro o tratamento cirúrgico e depois a escleroterapia – a recidiva é menor nos casos de cirurgia realizadas previamente à escleroterapia.
Não necesariamente há recidiva. As microvarizes tendem a reaparecer em virtude de sua etiologia ainda desconhecida, mas dependente de alguns fatores de caráter genético e predisposição pessoal, associada a fatores agravantes e/ou desencadeantes, como a gestação ou alterações hormonais. 
Os resultados não são imediatos à realização do procedimento, sendo necessário alguns dias – em média 2 a 3 semanas – para se observar a melhora; assim como não é em apenas uma sessão que se obtém os melhores resultados. Principalmente naquelas pacientes com acometimento difuso, o tratamento pode ser prolongado. 
O intervalo entre uma sessão e outra depende da recuperação de cada pessoa. Em zonas anteriormente não tratadas, as sessões podem ser realizadas com intervalos curtos – semanalmente; já em áreas anteriormente tratadas, é prudente esperar a evolução do local tratado para uma nova sessão, sendo aguardado em média de 2 a 4 semanas, até que desapareçam bem a reação inflamatória e os eventuais hematomas. As sessões duram cerca de 20 a 30 minutos.

A escleroterapia ou “vasinho”, é uma técnica destinada às microvarizes e telangiectasias – pequenas dilatações venosas, simples ou agrupadas e de tratamento não cirúrgico. Através da injeção de substâncias químicas, ocorre inflamação nos trajetos dessas veias de pequeno calibre, com posterior fibrose – endurecimento – e obstrução ao fluxo sanguíneo. É realizada ambulatorialmente, no próprio consultório médico, sem a necessidade de anestesia. Orienta-se que no primeiro dia após as sessões, seja feito repouso com as pernas elevadas. Já no dia seguinte, a pessoa está liberada para as atividades habituais. Pode haver desconforto mínimo, quando da injeção do líquido esclerosante, do tipo ardência ou queimação, e que é fugaz. Na presença de varizes nos membros inferiores de indicação cirúrgica, é bom senso realizar primeiro o tratamento cirúrgico e depois a escleroterapia – a recidiva é menor nos casos de cirurgia realizadas previamente à escleroterapia.Não necesariamente há recidiva. As microvarizes tendem a reaparecer em virtude de sua etiologia ainda desconhecida, mas dependente de alguns fatores de caráter genético e predisposição pessoal, associada a fatores agravantes e/ou desencadeantes, como a gestação ou alterações hormonais. Os resultados não são imediatos à realização do procedimento, sendo necessário alguns dias – em média 2 a 3 semanas – para se observar a melhora; assim como não é em apenas uma sessão que se obtém os melhores resultados. Principalmente naquelas pacientes com acometimento difuso, o tratamento pode ser prolongado. O intervalo entre uma sessão e outra depende da recuperação de cada pessoa. Em zonas anteriormente não tratadas, as sessões podem ser realizadas com intervalos curtos – semanalmente; já em áreas anteriormente tratadas, é prudente esperar a evolução do local tratado para uma nova sessão, sendo aguardado em média de 2 a 4 semanas, até que desapareçam bem a reação inflamatória e os eventuais hematomas. As sessões duram cerca de 20 a 30 minutos.


Olho Preguiçoso


 

Ambliopia, ou olho preguiçoso, é uma disfunção oftálmica causada pela perda ou redução da função visual em um ou, menos freqüente, nos dois olhos. Acontece dentro dos seis primeiros anos de vida e é reversível quando tratada em tempo hábil. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Moretti, as causas mais freqüentes são o estrabismo (“vesgo”) e erro de refração (altos graus ou diferenças importantes de grau entre os olhos). Outro tipo menos freqüente é denominado de privação, onde há uma barreira na chegada da luz na retina, impedindo a formação da imagem, como no caso da catarata congênita. Os dois primeiros anos de vida são os de maior plasticidade sensorial, isto é, dentro desse período a criança rapidamente perde visão quando surge algum problema, bem como recupera prontamente com o tratamento.

O tratamento clássico da ambliopia é a oclusão do olho de melhor visão, sendo que as ambliopias não tratadas até 8 anos de idade são consideradas irreversíveis. “O tempo de oclusão depende da intensidade e da idade do paciente”, afirma o oftalmologista,sendo este tratamento muito eficiente, podendo a criança recuperar 100% da visão. “É fácil para os pais identificarem quando a criança não enxerga dos dois olhos, pois apresenta atitudes como assistir televisão muito próxima, levando-os a suspeitar do problema”, ressalta Dr. Moretti. Quando o problema ocorre em apenas um dos olhos, a criança não terá esses sinais e, caso não seja identificado nos primeiros anos de vida, resultará na ambliopia.

Esta é apenas uma das doenças que reforçam a necessidade de se realizar exames oftalmológicos anualmente.

 


 

Casos de dengue aumentam em 25,8% no Sul de MG

 


 

O número de casos de dengue notificados no Sul de Minas já é 25,8% maior em 2013 se comparado ao mesmo período de 2012. Os dados são das quatro superintendências regionais de saúde da região. O caso mais preocupante é o da regional de Alfenas, onde o número de casos aumentou em 327%. Neste ano, 47 casos já foram notificados e em 2012 foram apenas 11. Este é o período, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), quando há maior incidência de dengue.

A Superintendência Regional de Pouso Alegre (MG) também mostra aumento no número de notificações que dobrou em um ano. Em 2012, foram registrados 13 casos. 

No mesmo período em 2013 são 26 casos.

De acordo com a SES, a grande incidência se dá por causa do período chuvoso, quando a reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, é facilitada. Isso acontece porque as larvas vivem em água limpa.

A Secretaria alerta também para a importância de eliminar possíveis focos da doença dentro das casas, já que mais de 80% dos focos e criadouros encontrados são em residências. Entre as ações de combate estão campanhas educativas e mutirões de limpeza.

A Vigilância Sanitária de Cambuí tem encontrado vários focos na cidade e está trabalhando para controlar a situação, não houve caso de infecção notificado, segundo a secretaria de saúde,  mas os moradores devem estar atentos e colaborarem para que a situação não saia do controle.



Já parou para pensar na importância do sangue para a sua saúde?

A cada batida do coração, o sinal da vida. Nessa freqüência, o sangue é bombeado
para o corpo. Ao circular, ele alimenta cada célula, ajuda na limpeza do organismo e na respiração. O sangue é composto pelos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas e cada um tem uma função definida. Os glóbulos vermelhos levam oxigênio.
Os brancos combatem infecções, ou seja, vírus e bactérias que atacam o corpo e nos deixam doentes. E as plaquetas ficam responsáveis por parar os sangramentos, o que significa que ajudam na coagulação do sangue.
Como em uma máquina, todos esses componentes precisam funcionar perfeitamente para que a saúde ande bem. Se algo vai errado, alguma doença pode se manifestar, como as anemias carenciais, hereditárias, hemolíticas, auto-imunes e relacionadas à medula óssea e às doenças crônicas.
E quem nunca ouviu falar do “câncer no sangue”? A expressão popular se refere às leucemias, aos Linfomas não Hodgkin e Hodgkin. Os nomes podem ser complicados, mas essas doenças chegaram ao conhecimento popular ao serem contraídas por gente famosa, como é o caso do ator Reinaldo Gianechini (linfoma de células Tangioimunoblástico – um tipo de Linfoma Não-Hodgkin), da autora de novelas Glória Perez e da própria Presidenta da República Dilma Roussef (Linfoma não Hodgkin agressivo).
Por isso, é sempre bom estar atento, fazer exames de sangue regularmente e, a qualquer sinal de que algo não vai bem, como cansaço constante, desmaios e falta de apetite, consultar um médico especialista em doenças do sangue, o Hematologista.

Dra. Mariane Cristina Gennari de Assis
Doutora em Hematologia pela Unifesp
Médica na Clínica Corpus-Pouso Alegre





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