Catarata ou pterígeo?

Você sabe?

 

Grande parte das pessoas confundem essas duas patologias. Referem-se a uma “pelinha” ou “membrana” no canto dos olhos como se fosse CATARATA. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Moretti, essa pelinha é denominada pterígio onde caracteriza-se por uma membrana, normalmente hereditária, cuja crescimento está relacionado a incidência de radiação ultravioleta.
A técnica cirúrgica para a exerese do pterígio melhorou muito nos últimos anos. O grande problema em realizar este tipo de cirurgia era a recidiva, onde os olhos poderiam ficar ainda mais irritados após a operação. “Hoje, realizamos este tipo de cirurgia com um pequeno transplante de tecido do próprio olho do paciente, utilizando uma cola biológica, ao invés de ponto, que esteticamente fica um resultado muito melhor e a chance de recidiva  é menor que 10%”, afirma o oftalmologista. Segundo ele, algumas técnicas que se faziam antigamente, o índice de recidiva chegava a 100% dos casos.
Já a catarata caracteriza-se pela perda da transparência do cristalino, estrutura essa que se encontra atrás da pupila, sendo quase sempre impossível percebe-la a olho nu. Esta doença tem como único tratamento a cirurgia, onde é substituído o cristalino por uma lente. Tambem não se utiliza mais suturas na grande maioria das vezes, pois introduzimos o implante por uma pequena incisão, dispensando o ponto. Segundo Dr. Moretti, existem alguns tipos de lentes que são implantadas e podem eliminar a necessidade do uso de óculos após a realização da cirurgia da catarata.

Grande parte das pessoas confundem essas duas patologias. Referem-se a uma “pelinha” ou “membrana” no canto dos olhos como se fosse CATARATA. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Moretti, essa pelinha é denominada pterígio onde caracteriza-se por uma membrana, normalmente hereditária, cuja crescimento está relacionado a incidência de radiação ultravioleta.A técnica cirúrgica para a exerese do pterígio melhorou muito nos últimos anos. O grande problema em realizar este tipo de cirurgia era a recidiva, onde os olhos poderiam ficar ainda mais irritados após a operação. “Hoje, realizamos este tipo de cirurgia com um pequeno transplante de tecido do próprio olho do paciente, utilizando uma cola biológica, ao invés de ponto, que esteticamente fica um resultado muito melhor e a chance de recidiva  é menor que 10%”, afirma o oftalmologista. Segundo ele, algumas técnicas que se faziam antigamente, o índice de recidiva chegava a 100% dos casos.Já a catarata caracteriza-se pela perda da transparência do cristalino, estrutura essa que se encontra atrás da pupila, sendo quase sempre impossível percebe-la a olho nu. Esta doença tem como único tratamento a cirurgia, onde é substituído o cristalino por uma lente. Tambem não se utiliza mais suturas na grande maioria das vezes, pois introduzimos o implante por uma pequena incisão, dispensando o ponto. Segundo Dr. Moretti, existem alguns tipos de lentes que são implantadas e podem eliminar a necessidade do uso de óculos após a realização da cirurgia da catarata.




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