Escleroterapia e Síndrome do olho seco

Saúde

Escleroterapia, o tratamento que pode deixar suas pernas lindas!


O que é Escleroterapia?

É um tratamento realizado pelo médico para eliminar ou abrandar a visualização de pequenas veias, denominadas de micro-varizes, trazendo alívio para possíveis sintomas.

Como é realizada a Escleroterapia?

É a introdução de uma substância química dentro da luz de um vaso (veia), resultando em melhora clínica e visual das veias na área aplicada.

Como ocorre a ação de uma Escleroterapia?

A substância introduzida agride internamente o endotélio venoso da área em contacto com o produto químico, promove uma endofibrose, com agregação plaquetária, formando um microcoágulo. A luz do micro-vaso uma vez ocluída, deixa de ter fluxo sanguíneo, deixando de ter função no organismo. Logo, as células de limpeza no organismo,agem degradando estes micro-vasos ocluídos eliminando-os. É um processo ativo, onde as células de limpeza (macrófagos) destroem, digerindo estes pequenos vasos.

Que efeitos adversos podem advir de uma sessão de Escleroterapia?

As adversidades podem ser diversas: manchas cutâneas acastanhadas, pequenas lesões (micro-ulcerações puntiformes, geralmente decorrentes de má técnica), reações alérgicas (dependentes das substâncias introduzidas), dor imediata a introdução das substâncias químicas (geralmente de duração fugaz, alguns minutos, com tolerabilidade individual). Todas estas situações podem ser evitadas, ou minimizadas com uma boa técnica e a experiência do executor.

Os vazinhos tratados podem ressurgir após algum tempo?

Não. O que pode acontecer é o surgimento futuro de outras microvarizes, em outros lugares onde não existiam. Isto se explica pela predisposição constitucional do paciente em desenvolvê-las, alimentados por fatores hereditários (genéticos) que se mantém presentes mesmo com a escleroterapia. A escleroterapia visa tratar as veias injetadas. Ela não objetiva a prevenção e o surgimento de novas micro-varizes.

A Escleroterapia pode ser executada por outro profissional da área da saúde,que não seja o médico?

Não. A escleroterapia é um ato exclusivamente médico, com implicações técnicas e conseqüências adversas se mau aplicada por profissional não adequadamente treinado e experiente.

Quais as recomendações após uma sessão de Escleroterapia?

Repouso no dia da sessão realizada, evitando caminhadas, exercícios físicos; evitar exposição ao sol na área aplicada durante o período de 10 à 15 dias e não proceder massagens terapêuticas durante o período de 5 dias na área tratada.

Quais os vasos são passíveis de serem tratados com Escleroterapia?

Devemos tratar as micro-varizes com escleroterapia que ao exame clínico com adequada iluminação, preferentemente com luz tangente, não demonstrem elevações na superfície cutânea. Assim agindo, serão evitadas as conseqüências adversas (manchas cutâneas, lesões da pele e a ineficácia terapêutica). É sabido que os vasos de maior calibre (que fazem saliência cutânea) são mais resistentes a terapêutica instituída. Conseqüentemente, os resultados são mais desfavoráveis, com fracasso terapêutico e manchas cutâneas.



Síndrome do Olho Seco

A lágrima é um líquido produzido pelas glândulas lacrimais e tem como função, lubrificar e proteger os olhos. Alguns fatores podem levar a um distúrbio nesse processo de lubrificação, ocasionando a Síndrome do Olho Seco.

Certas patologias podem ocasionar essa síndrome. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Morétti, algumas doenças auto-imunes, alterações hormonais, uso de alguns medicamentos, como antidepressivos, envelhecimento, clima seco, ar condicionado, vento e alterações palpebrais podem levar ao ressecamento ocular.

“Além do desconforto causado pelo olho seco, como prurido, sensação de areia, fotofobia, ardor e vermelhidão, aumentam as chances de infecção”, afirma Dr. Moretti. Segundo ele, o atrito entre a pálpebra e a córnea, pode provocar micro-lesões, tornando-se a porta de entrada para bactérias, por exemplo. 

Na maioria das vezes, essa doença é tratada com uso de colírios ou gel lubrificantes. É necessário diagnosticar as causas desse distúrbio para poder tratá-las.

O oftalmologista chama a atenção para as pessoas que ficam muito tempo expostas ao computador e a TV, pois tendem a piscar menos e consequentemente lubrificam menos os olhos. 

Certas patologias podem ocasionar essa síndrome. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Morétti, algumas doenças auto-imunes, alterações hormonais, uso de alguns medicamentos, como antidepressivos, envelhecimento, clima seco, ar condicionado, vento e alterações palpebrais podem levar ao ressecamento ocular.
“Além do desconforto causado pelo olho seco, como prurido, sensação de areia, fotofobia, ardor e vermelhidão, aumentam as chances de infecção”, afirma Dr. Moretti. Segundo ele, o atrito entre a pálpebra e a córnea, pode provocar micro-lesões, tornando-se a porta de entrada para bactérias, por exemplo. 
Na maioria das vezes, essa doença é tratada com uso de colírios ou gel lubrificantes. É necessário diagnosticar as causas desse distúrbio para poder tratá-las.
O oftalmologista chama a atenção para as pessoas que ficam muito tempo expostas ao computador e a TV, pois tendem a piscar menos e consequentemente lubrificam menos os olhos. Certas patologias podem ocasionar essa síndrome. Segundo o Oftalmologista Dr. Alexandre Morétti, algumas doenças auto-imunes, alterações hormonais, uso de alguns medicamentos, como antidepressivos, envelhecimento, clima seco, ar condicionado, vento e alterações palpebrais podem levar ao ressecamento ocular.“Além do desconforto causado pelo olho seco, como prurido, sensação de areia, fotofobia, ardor e vermelhidão, aumentam as chances de infecção”, afirma Dr. Moretti. Segundo ele, o atrito entre a pálpebra e a córnea, pode provocar micro-lesões, tornando-se a porta de entrada para bactérias, por exemplo. Na maioria das vezes, essa doença é tratada com uso de colírios ou gel lubrificantes. É necessário diagnosticar as causas desse distúrbio para poder tratá-las.O oftalmologista chama a atenção para as pessoas que ficam muito tempo expostas ao computador e a TV, pois tendem a piscar menos e consequentemente lubrificam menos os olhos. 





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