Miocardiopatia restritiva

Se informar para se prevenir

 

As miocardiopatias são doenças progressivas que alteram a estrutura e comprometem a função de bomba da parede muscular (miocárdio), das câmaras inferiores e maiores do coração (ventrículos). Existem inúmeras causas para as  miocardiopatias, no entanto, alguns casos não têm uma causa identificável (casos idiopáticos).
Existem 5 tipos distintos de miocardiopatias:  miocardiopatia dilatada (MCD), miocardiopatia hipertrófica (MCH), miocardiopatia restritiva (MCR), displasia arritmogênica do ventrículo direito e miocárdio não-compactado. 
O ecocardiograma (exame que avalia a estrutura e a função do coração através de imagens obtidas por ultrassom), costuma ser o principal exame para o diagnóstico dos diversos tipos de miocardiopatias. A tomografia e ressonância cardíacas também podem ser úteis. 
O termo miocardiopatia restritiva, indica um grupo de doenças cardíacas nas quais as paredes ventriculares tornam-se endurecidas, mas não necessariamente apresentam espessamento, produzindo uma resistência ao enchimento normal de sangue que chega oxigenado dos pulmões, entre cada batimento cardíaco (diástole).
É a forma menos comum de miocardiopatia e, geralmente, a sua causa é desconhecida. Em um de seus dois tipos básicos, o miocárdio é substituído gradualmente por tecido cicatricial. Em outro tipo, ocorre uma infiltração de um material anormal no miocárdio como, por exemplo, um certo tipo de glóbulo branco.
Outras causas de miocardiopatia restritiva  são  a amiloidose e a sarcoidose. Quando o organismo possui uma quantidade excessiva de ferro, esse metal pode acumular-se no miocárdio, como ocorre na hemocromatose  (sobrecarga de ferro nos tecidos).
A miocardiopatia restritiva  causa insuficiência cardíaca acompanhada de dificuldade respiratória (dispnéia). O diagnóstico baseia-se, no exame clínico,  eletrocardiograma e, principalmente , no ecocardiograma (exame que analisa a estrutura e função cardíaca através de imagens ultrassônicas). A ressonância magnética pode fornecer informações adicionais sobre a estrutura do coração. Um diagnóstico  mais preciso poderá exigir  um cateterismo cardíaco e cineangiocoronariografia, para a mensuração das pressões ou uma biópsia do miocárdio (remoção e exame microscópico de uma amostra), a qual pode permitir a identificação da substância infiltrada.

As miocardiopatias são doenças progressivas que alteram a estrutura e comprometem a função de bomba da parede muscular (miocárdio), das câmaras inferiores e maiores do coração (ventrículos). Existem inúmeras causas para as  miocardiopatias, no entanto, alguns casos não têm uma causa identificável (casos idiopáticos).Existem 5 tipos distintos de miocardiopatias:  miocardiopatia dilatada (MCD), miocardiopatia hipertrófica (MCH), miocardiopatia restritiva (MCR), displasia arritmogênica do ventrículo direito e miocárdio não-compactado. O ecocardiograma (exame que avalia a estrutura e a função do coração através de imagens obtidas por ultrassom), costuma ser o principal exame para o diagnóstico dos diversos tipos de miocardiopatias. A tomografia e ressonância cardíacas também podem ser úteis. O termo miocardiopatia restritiva, indica um grupo de doenças cardíacas nas quais as paredes ventriculares tornam-se endurecidas, mas não necessariamente apresentam espessamento, produzindo uma resistência ao enchimento normal de sangue que chega oxigenado dos pulmões, entre cada batimento cardíaco (diástole).É a forma menos comum de miocardiopatia e, geralmente, a sua causa é desconhecida. Em um de seus dois tipos básicos, o miocárdio é substituído gradualmente por tecido cicatricial. Em outro tipo, ocorre uma infiltração de um material anormal no miocárdio como, por exemplo, um certo tipo de glóbulo branco.Outras causas de miocardiopatia restritiva  são  a amiloidose e a sarcoidose. Quando o organismo possui uma quantidade excessiva de ferro, esse metal pode acumular-se no miocárdio, como ocorre na hemocromatose  (sobrecarga de ferro nos tecidos).A miocardiopatia restritiva  causa insuficiência cardíaca acompanhada de dificuldade respiratória (dispnéia). O diagnóstico baseia-se, no exame clínico,  eletrocardiograma e, principalmente , no ecocardiograma (exame que analisa a estrutura e função cardíaca através de imagens ultrassônicas). A ressonância magnética pode fornecer informações adicionais sobre a estrutura do coração. Um diagnóstico  mais preciso poderá exigir  um cateterismo cardíaco e cineangiocoronariografia, para a mensuração das pressões ou uma biópsia do miocárdio (remoção e exame microscópico de uma amostra), a qual pode permitir a identificação da substância infiltrada.


Fonte: http://www.portaldocoracao.com.br




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