Qual a idade do seu Coração?

Obesidade abdominal pode influenciar riscos para o coração

Você com certeza sabe bem a sua idade, mas tem idéia da idade do seu coração?

É isso mesmo, seu coração tem uma idade diferente de você e não estamos falando de amores, bem ou mal sucedidos, e sim de como este grande companheiro é tratado.

Para se atualizar, saiba que não se fala mais em risco cardíaco. Hoje em dia o termo usado, para definir o risco de uma pessoa desenvolver um problema cardíaco, é chamado risco metabólico.

O risco metabólico compreende 5 medidas, que em conjunto, definirão o risco de você contrair no futuro determinadas doenças. São elas:

 

  • Medida da obesidade abdominal

  • Taxa de glicose no sangue

  • Taxa de colesterol bom e ruim

  • Taxa de triglicérides no sangue

  • Medida da pressão arterial.

 

Essas 5 medidas irão definir a presença ou não da síndrome metabólica e também as providencias que deverão ser tomadas para seu controle, e que irão prevenir o aparecimento de doenças cardíacas e de diabetes tipo 2.

Um exemplo que ajuda a compreender a medida da idade do coração é o seguinte: Suponhamos o caso de um homem de 40 anos, com uma historia familiar de doença cardíaca, fumante, jogador de pelada nos fins de semana, adepto de uma cervejinha ocasional, pressão arterial de 140/80, medida de cintura abdominal de 96 cm, HDL colesterol de 35 e LDL colesterol de160 e colesterol total de 220. Este homem, embora cronologicamente tenha 40 anos, tem um coração de 73. Especialistas americanos, preocupados com a situação, definem que um ano à mais, da idade cronologia, já é importante para definir se um paciente vai desenvolver uma doença cardiovascular ou diabetes. O dado novo, que muita gente não dava atenção, inclusive os próprios médicos, é a obesidade abdominal. Não basta estar acima do peso, coisa que já não é boa, mas a medida da cintura abdominal, na altura do umbigo, acima de 80 para mulheres e acima de 94 para os homens, já é um fator indicativo de que você pode estar entrando no quadro de Síndrome Metabólica. Aproximadamente 15% dos médicos acham que a vida sedentária e a obesidade abdominal são fatores difíceis de controlar, só perdendo para o fumo, que está em primeiro lugar.

Além da dificuldade existente em controlar a obesidade, talvez o mais difícil seja a evitar o ganho de peso nos anos seguintes. 80% dos pacientes que perdem peso, recuperam seu peso no ano seguinte.

 

Estudos feitos com macacos Rhesus, que são os mais parecidos a nós, humanos, mostraram que as gorduras trans (aquela usada para deixar a batata frita bem sequinha e os tira gostos que acompanham a cervejinha, bem crocantes), são as mais venenosas, as que realmente “grudam” no individuo, e as mais perigosas para aumentar a idade do “que está dentro do peito”.

V

ocê com certeza sabe bem a sua idade, mas tem idéia da idade do seu coração?

É isso mesmo, seu coração tem uma idade diferente de você e não estamos falando de amores, bem ou mal sucedidos, e sim de como este grande companheiro é tratado.

Para se atualizar, saiba que não se fala mais em risco cardíaco. Hoje em dia o termo usado, para definir o risco de uma pessoa desenvolver um problema cardíaco, é chamado risco metabólico.

O risco metabólico compreende 5 medidas, que em conjunto, definirão o risco de você contrair no futuro determinadas doenças. São elas:

 

  • Medida da obesidade abdominal

  • Taxa de glicose no sangue

  • Taxa de colesterol bom e ruim

  • Taxa de triglicérides no sangue

  • Medida da pressão arterial.

 

Essas 5 medidas irão definir a presença ou não da síndrome metabólica e também as providencias que deverão ser tomadas para seu controle, e que irão prevenir o aparecimento de doenças cardíacas e de diabetes tipo 2.

Um exemplo que ajuda a compreender a medida da idade do coração é o seguinte: Suponhamos o caso de um homem de 40 anos, com uma historia familiar de doença cardíaca, fumante, jogador de pelada nos fins de semana, adepto de uma cervejinha ocasional, pressão arterial de 140/80, medida de cintura abdominal de 96 cm, HDL colesterol de 35 e LDL colesterol de160 e colesterol total de 220. Este homem, embora cronologicamente tenha 40 anos, tem um coração de 73. Especialistas americanos, preocupados com a situação, definem que um ano à mais, da idade cronologia, já é importante para definir se um paciente vai desenvolver uma doença cardiovascular ou diabetes. O dado novo, que muita gente não dava atenção, inclusive os próprios médicos, é a obesidade abdominal. Não basta estar acima do peso, coisa que já não é boa, mas a medida da cintura abdominal, na altura do umbigo, acima de 80 para mulheres e acima de 94 para os homens, já é um fator indicativo de que você pode estar entrando no quadro de Síndrome Metabólica. Aproximadamente 15% dos médicos acham que a vida sedentária e a obesidade abdominal são fatores difíceis de controlar, só perdendo para o fumo, que está em primeiro lugar.

Além da dificuldade existente em controlar a obesidade, talvez o mais difícil seja a evitar o ganho de peso nos anos seguintes. 80% dos pacientes que perdem peso, recuperam seu peso no ano seguinte.

Estudos feitos com macacos Rhesus, que são os mais parecidos a nós, humanos, mostraram que as gorduras trans (aquela usada para deixar a batata frita bem sequinha e os tira gostos que acompanham a cervejinha, bem crocantes), são as mais venenosas, as que realmente “grudam” no individuo, e as mais perigosas para aumentar a idade do “que está dentro do peito”.

 

Fonte: http://www.boasaude.com.br/




Nova Enfoque
© 2017 - Todos os direitos reservados | Nova Enfoque
VISION