Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

Por Alexandre Moretti

 

É uma doença silenciosa e principal causa de cegueira no mundo todo em pessoas acima dos 60 anos.Trata-se de uma patologia que atinge a mácula, importante região da retina, responsável pela visão central e de cores.
Segundo o oftalmologista Dr. Alexandre Morétti, a DMRI causa, inicialmente, desconfortos e dificuldades visuais que, muitas vezes, podem ser confundidas com uma simples baixa de visão devido à idade ou ao processo de envelhecimento. Em outros casos, pode passar despercebida pelo paciente, já que um olho compensa a deficiência do outro. Com a progressão da doença, uma mancha escura se instala na visão central e o idoso passa a ver imagens distorcidas. Esta patologia causa transtornos importantes na rotina do idoso, podendo levar à cegueira irreversível se não tratada a tempo.
Atualmente, aproximadamente 30 milhões de pessoas no mundo têm DMRI. Este dado representa o dobro das pessoas acometidas de Alzheimer. Nos Estados Unidos, 10 milhões de pessoas têm alguma forma dessa doença. A cada ano estima-se que são diagnosticados 200 mil novos casos de DMRI exsudativa.
Os principais fatores de risco são: idade, predisposição genética, fatores ambientais e de alimentação. O maior fator de risco é a idade: ele começa aproximadamente por volta dos 50 anos. Estudos mostram que depois dos 75 anos, a DMRI afeta mais ou menos 40% dos idosos. “Os tabagistas têm maiores chances de desenvolverem a doença”, ressalta Dr. Morétti.
Dificuldades de visão não devem ser encaradas como uma conseqüência natural da idade e, diante de qualquer sinal de alteração visual, o médico deve ser procurado. O diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento adequado da degeneração macular relacionada à idade. 

É uma doença silenciosa e principal causa de cegueira no mundo todo em pessoas acima dos 60 anos. Trata-se de uma patologia que atinge a mácula, importante região da retina, responsável pela visão central e de cores.

Segundo o oftalmologista Dr. Alexandre Morétti, a DMRI causa, inicialmente, desconfortos e dificuldades visuais que, muitas vezes, podem ser confundidas com uma simples baixa de visão devido à idade ou ao processo de envelhecimento. Em outros casos, pode passar despercebida pelo paciente, já que um olho compensa a deficiência do outro. Com a progressão da doença, uma mancha escura se instala na visão central e o idoso passa a ver imagens distorcidas. Esta patologia causa transtornos importantes na rotina do idoso, podendo levar à cegueira irreversível se não tratada a tempo.

Atualmente, aproximadamente 30 milhões de pessoas no mundo têm DMRI. Este dado representa o dobro das pessoas acometidas de Alzheimer. Nos Estados Unidos, 10 milhões de pessoas têm alguma forma dessa doença. A cada ano estima-se que são diagnosticados 200 mil novos casos de DMRI exsudativa.

Os principais fatores de risco são: idade, predisposição genética, fatores ambientais e de alimentação. O maior fator de risco é a idade: ele começa aproximadamente por volta dos 50 anos. Estudos mostram que depois dos 75 anos, a DMRI afeta mais ou menos 40% dos idosos. “Os tabagistas têm maiores chances de desenvolverem a doença”, ressalta Dr. Morétti.

Dificuldades de visão não devem ser encaradas como uma conseqüência natural da idade e, diante de qualquer sinal de alteração visual, o médico deve ser procurado. O diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento adequado da degeneração macular relacionada à idade. 

 

Dr. Alexandre Moretti é oftalmologista formado pela Universidade São Francisco (USF), de Bragança Paulista (SP). É especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e responsável técnico pela Clínica de Olhos Regional, na mesma cidade. É, ainda, membro da Academia Americana de Oftalmologia.




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