13 de março

O povo saiu às ruas para manifestar sua vontade

 

Milhões de manifestantes foram às ruas neste domingo (13) nas maiores manifestações contra o governo Dilma Rousseff. As estimativas da Polícia Militar em diferentes Estados totalizam mais de 3,3 milhões de pessoas nos protestos ocorridos em pelo menos 250 cidades. O maior ato ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo. De acordo com o Datafolha, 500 mil pessoas participaram da manifestação na Paulista. A Polícia Militar calcula público de 1,4 milhão. 
A presidente Dilma passou o dia no Palácio da Alvorada, em Brasília. Não fez pronunciamento nem apareceu em público. No fim do dia, reuniu ministros do núcleo duro do governo para avaliar como foi o 13 de março pelo país. E continuou em silêncio. À noite, o Palácio do Planalto divulgou nota: “A liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada”.
Nas manifestações deste domingo, chamava a atenção a mobilização pela autonomia da Polícia Federal. A defesa da autonomia da PF foi feita em discursos de militantes nos caminhões de som de pelo menos dois movimentos, o Vem pra Rua e o Nas Ruas.
A manifestação deste domingo (13) é considerada a maior de cunho político que já aconteceu na cidade de São Paulo. O Instituto DataFolha dizque 500 mil pessoas participaram do ato na Avenida Paulista. Segundo a PM, foram 1,4 milhão. Para os organizadores, 2,5 milhões. 
Senador  Jose Serra: “Fico muito feliz em avisar que passamos, com folga, de 1 milhão de pessoas na Paulista. O governo Dilma acabou. Desde 2002 a gente espera esse dia chegar”, dizem manifestantes em um carro. Depois eles entoam as marchinhas: “Brasil não é Venezuela, pé na bunda dela” e “Ai que bom seria, se petista entendesse de economia”. E mais: “Não é mole, não. Socialista de iPhone e de carrão”.
Artistas participam dos protestos contra a corrupção. Susana Vieira, Márcio Garcia, Marcelo Serrado, Juliana Paes e Viviane Araújo foram às ruas.
A imprensa estrangeira repercutiu as manifestações realizadas por todo o país contra o governo de Dilma Rousseff. Veículos como The Wall Street Journal, Bloomberg, Financial Times e Reuters ressaltam a insatisfação de parte da população com escândalos de corrupção e economia em baixa para justificar os pedidos de impeachment da presidente.
“Protestos anti-governo tomaram as ruas neste domingo com raiva em meio ao crescente escândalo de corrupção, ao mesmo tempo em que o parceiro de coalisão da presidente Rousseff ameaça derrubar o governo”, escreveu o FT. O jornal se refere ao PMDB, cuja convenção, no no dia 12, foi marcada por protestos contra Dilma.

Milhões de manifestantes foram às ruas neste domingo (13) nas maiores manifestações contra o governo Dilma Rousseff. As estimativas da Polícia Militar em diferentes Estados totalizam mais de 3,3 milhões de pessoas nos protestos ocorridos em pelo menos 250 cidades. O maior ato ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo. De acordo com o Datafolha, 500 mil pessoas participaram da manifestação na Paulista. A Polícia Militar calcula público de 1,4 milhão. 

A presidente Dilma passou o dia no Palácio da Alvorada, em Brasília. Não fez pronunciamento nem apareceu em público. No fim do dia, reuniu ministros do núcleo duro do governo para avaliar como foi o 13 de março pelo país. E continuou em silêncio. À noite, o Palácio do Planalto divulgou nota: “A liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada”.Nas manifestações deste domingo, chamava a atenção a mobilização pela autonomia da Polícia Federal. A defesa da autonomia da PF foi feita em discursos de militantes nos caminhões de som de pelo menos dois movimentos, o Vem pra Rua e o Nas Ruas.

A manifestação deste domingo (13) é considerada a maior de cunho político que já aconteceu na cidade de São Paulo. O Instituto DataFolha dizque 500 mil pessoas participaram do ato na Avenida Paulista. Segundo a PM, foram 1,4 milhão. Para os organizadores, 2,5 milhões. Senador  Jose Serra: “Fico muito feliz em avisar que passamos, com folga, de 1 milhão de pessoas na Paulista. O governo Dilma acabou. Desde 2002 a gente espera esse dia chegar”, dizem manifestantes em um carro. Depois eles entoam as marchinhas: “Brasil não é Venezuela, pé na bunda dela” e “Ai que bom seria, se petista entendesse de economia”. E mais: “Não é mole, não. Socialista de iPhone e de carrão”.

Artistas participam dos protestos contra a corrupção.

Susana Vieira, Márcio Garcia, Marcelo Serrado, Juliana Paes e Viviane Araújo foram às ruas.

A imprensa estrangeira repercutiu as manifestações realizadas por todo o país contra o governo de Dilma Rousseff. Veículos como The Wall Street Journal, Bloomberg, Financial Times e Reuters ressaltam a insatisfação de parte da população com escândalos de corrupção e economia em baixa para justificar os pedidos de impeachment da presidente.“Protestos anti-governo tomaram as ruas neste domingo com raiva em meio ao crescente escândalo de corrupção, ao mesmo tempo em que o parceiro de coalisão da presidente Rousseff ameaça derrubar o governo”, escreveu o FT. O jornal se refere ao PMDB, cuja convenção, no no dia 12, foi marcada por protestos contra Dilma.

Fundador do PT e autor do pedido de impeachment contra Dilma, o advogado Hélio Bicudo foi para a Avenida Paulista neste domingo (13). Aos 94 anos, discursou em cima do carro de som do movimento Vem pra rua e posou para fotos em meio à multidão






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