VAR, VEIO PRA FICAR?

Com Enivaldo Eiras

 

Ainda sem terminar as polêmicas que envolveram a final do Paulistão do ano passado entre Timão e Verdão, já começou o Paulistão 2019 e outra polêmica, agora fora dos gramados, está dando o que falar. Isto porque o BMG, que fechou contrato de patrocínio com o Corinthians, instigou os torcedores nas redes sociais para “provocar” a Crefisa que banca o Palmeiras. O que aconteceu foi que os bancos provocaram um acirramento entre as torcidas, uma verdadeira batalha nas redes sociais para saber quem tem o maior número de seguidores.
  O novo patrocinador do Timão poderia escolher outros caminhos para revelar a parceria, mas o que se viu como principal foi o confronto com Crefisa, marca totalmente identificada com o Verdão. Os posts provocativos publicados pelas duas financeiras revelam o quanto estão despreparadas para entrar no universo do futebol, que já tem problemas demais vindo das organizadas, chegando ao ponto dos clássicos paulistas serem disputados com torcida única.
  O BMG, que no passado já investiu pesado no futebol brasileiro, poderia aproveitar esta experiência agora no seu retorno dialogando diretamente com o torcedor corintiano, sem nenhuma necessidade de ficar incentivando uma disputa idiota envolvendo perfis despreparados que são mal utilizados e não acrescentam nada comercialmente para as empresas. Participar nas redes sociais nunca foi uma tarefa fácil. Mesmo os clubes que tentam ter um relaciomento direto com os torcedores, por vezes, se dão mal.
  Tanto o BMG quanto a Crefisa poderiam promover uma disputa saudável para ver quem ofereceria mais benefícios diretos aos seus clientes. Seria uma forma bem mais agradável de se promoverem sem instigar disputas que só agravariam o péssimo convívio que há muito tempo apavora e afasta os torcedores dos estádios.
  Se é de uma forma correta ou não, a verdade é que o futebol brasileiro necessita deste “dinheiro” injetado das empresas no departamento de futebol dos clubes. O torcedor palmeirense sabe muito bem o que isto representa através da Crefisa. Seguindo este modelo, o Timão anunciou o acordo com o BMG devendo gerar aproximadamente 30 milhões por ano aos combalidos e desesperados cofres corintianos.
  Por seis anos, entre 2008 e 2014, o BMG investiu muito dinheiro no futebol estampando camisas consagradas como do Mengão, São Paulo, Santos, Atlético e Cruzeiro, inclusive com participação nos direitos econômicos dos atletas. Após a saída da Caixa em abril de 2017, o Corinthians sofria para encontrar um patrocínio que diminuísse a crise financeira. Encontrou dificuldades também por ver seus principais dirigentes e o estádio envoltos em denúncias na operação Lava Jato. EM TEMPO: Agora com a chegada do Banco em um momento tão difícil, depois de brigar para não cair no Brasileirão, apesar do título paulista e da final da Copa do Brasil na temporada passada, a Fiel está voltando a sorrir. Com o dinheiro já adiantado, o clube voltou a ser agressivo no mercado de jogadores e trouxe de volta o técnico Fábio Carille. E o Andrés Sanchez vai se sustentando no cargo sem nenhum desmanche a vista para a felicidade do treinador. O Timão por enquanto está voltando para o seu lugar. Até quando..?
PRA MEDITAR: “ Sempre ao abraçar precisamos amar... para que nosso abraço possa curar..!!” Abraços  ENIVALDO EIRAS!

Ainda sem terminar as polêmicas que envolveram a final do Paulistão do ano passado entre Timão e Verdão, já começou o Paulistão 2019 e outra polêmica, agora fora dos gramados, está dando o que falar. Isto porque o BMG, que fechou contrato de patrocínio com o Corinthians, instigou os torcedores nas redes sociais para “provocar” a Crefisa que banca o Palmeiras. O que aconteceu foi que os bancos provocaram um acirramento entre as torcidas, uma verdadeira batalha nas redes sociais para saber quem tem o maior número de seguidores.  O novo patrocinador do Timão poderia escolher outros caminhos para revelar a parceria, mas o que se viu como principal foi o confronto com Crefisa, marca totalmente identificada com o Verdão. Os posts provocativos publicados pelas duas financeiras revelam o quanto estão despreparadas para entrar no universo do futebol, que já tem problemas demais vindo das organizadas, chegando ao ponto dos clássicos paulistas serem disputados com torcida única.  O BMG, que no passado já investiu pesado no futebol brasileiro, poderia aproveitar esta experiência agora no seu retorno dialogando diretamente com o torcedor corintiano, sem nenhuma necessidade de ficar incentivando uma disputa idiota envolvendo perfis despreparados que são mal utilizados e não acrescentam nada comercialmente para as empresas. Participar nas redes sociais nunca foi uma tarefa fácil. Mesmo os clubes que tentam ter um relaciomento direto com os torcedores, por vezes, se dão mal.  Tanto o BMG quanto a Crefisa poderiam promover uma disputa saudável para ver quem ofereceria mais benefícios diretos aos seus clientes. Seria uma forma bem mais agradável de se promoverem sem instigar disputas que só agravariam o péssimo convívio que há muito tempo apavora e afasta os torcedores dos estádios.  Se é de uma forma correta ou não, a verdade é que o futebol brasileiro necessita deste “dinheiro” injetado das empresas no departamento de futebol dos clubes. O torcedor palmeirense sabe muito bem o que isto representa através da Crefisa. Seguindo este modelo, o Timão anunciou o acordo com o BMG devendo gerar aproximadamente 30 milhões por ano aos combalidos e desesperados cofres corintianos.  Por seis anos, entre 2008 e 2014, o BMG investiu muito dinheiro no futebol estampando camisas consagradas como do Mengão, São Paulo, Santos, Atlético e Cruzeiro, inclusive com participação nos direitos econômicos dos atletas. Após a saída da Caixa em abril de 2017, o Corinthians sofria para encontrar um patrocínio que diminuísse a crise financeira. Encontrou dificuldades também por ver seus principais dirigentes e o estádio envoltos em denúncias na operação Lava Jato. EM TEMPO: Agora com a chegada do Banco em um momento tão difícil, depois de brigar para não cair no Brasileirão, apesar do título paulista e da final da Copa do Brasil na temporada passada, a Fiel está voltando a sorrir. Com o dinheiro já adiantado, o clube voltou a ser agressivo no mercado de jogadores e trouxe de volta o técnico Fábio Carille. E o Andrés Sanchez vai se sustentando no cargo sem nenhum desmanche a vista para a felicidade do treinador. O Timão por enquanto está voltando para o seu lugar. Até quando..?PRA MEDITAR: “ Sempre ao abraçar precisamos amar... para que nosso abraço possa curar..!!” Abraços  ENIVALDO EIRAS!






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